Indústria brasileira precisa acelerar investimentos, inovação e produtividade para recuperar competitividade

    16/10/2026

    Promovido pela ABIPLAST, SINDIPLAST e Plásticos em Revista, 16º Fórum Competitividade reuniu especialistas para debater escassez de mão de obra, inteligência artificial e desafios do comércio internacional

    São Paulo, 15 outubro de 2026 – A necessidade de ampliar os investimentos produtivos, reduzir custos estruturais e acelerar a incorporação de novas tecnologias esteve no centro das discussões do 16º Fórum Competitividade, realizado pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico, Transformação e Reciclagem de Material Plástico do Estado de São Paulo (SINDIPLAST) e pela Plásticos em Revista em São Paulo. O encontro reuniu executivos, especialistas e representantes da indústria para debater os principais desafios enfrentados pelas empresas brasileiras em um cenário de instabilidade econômica, escassez de mão de obra, transformação tecnológica e intensificação da concorrência internacional.

    Na abertura do evento, José Ricardo Roriz Coelho, presidente dos Conselhos da ABIPLAST e do SINDIPLAST, defendeu a construção de uma agenda nacional de competitividade, capaz de recuperar a capacidade de investimento da indústria, estimular a produtividade e criar condições para que o Brasil amplie sua participação nas cadeias globais de produção.

    Segundo Roriz, o país precisa retomar um ritmo consistente de crescimento econômico, superior a 3,5% ao ano, sustentado por investimentos, modernização industrial e melhoria do ambiente de negócios. Atualmente, o Brasil investe aproximadamente 17% do Produto Interno Bruto (PIB), percentual que, na avaliação do executivo, deveria se aproximar de 25% para viabilizar uma expansão econômica mais robusta.

    “A indústria brasileira não tem medo de competir. O que precisamos é de condições para competir”, afirmou Roriz, ao destacar que juros elevados, complexidade tributária, insegurança jurídica, infraestrutura insuficiente e custos logísticos continuam comprometendo a capacidade das empresas nacionais de disputar mercados em igualdade de condições.

    O executivo também chamou a atenção para o avanço da inteligência artificial e da digitalização como fatores determinantes para o futuro da produção industrial. Para ele, a incorporação dessas tecnologias precisa alcançar também as pequenas e médias empresas, que representam parcela significativa da estrutura produtiva brasileira.

    “A inteligência artificial não é mais uma tecnologia do futuro. Ela já está transformando a competitividade no presente”, destacou.

    Na avaliação de Roriz, a modernização do setor produtivo deve ser acompanhada por avanços na gestão pública, com simplificação de processos, redução da burocracia e maior eficiência administrativa. O presidente dos Conselhos da ABIPLAST e do SINDIPLAST ressaltou ainda que a indústria brasileira enfrenta uma competição crescente não apenas com grandes economias, como China e Estados Unidos, mas também com países latino-americanos que disputam investimentos e oportunidades industriais.

    Outro ponto abordado foi o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. Embora represente uma oportunidade para ampliar exportações e integrar empresas brasileiras às cadeias globais de valor, Roriz alertou que a maior abertura comercial também exigirá ganhos de produtividade, inovação e condições equilibradas de concorrência.

    Gestão financeira e decisões rápidas são fundamentais para enfrentar crises

    A importância de antecipar riscos financeiros, preservar o caixa e adotar medidas de reestruturação foi um dos destaques da primeira sessão do Fórum, que discutiu estratégias para atravessar períodos de instabilidade econômica e fortalecer a saúde financeira das empresas.

    Durante sua apresentação, Claudio Santos, diretor da Galeazzi & Associados, alertou que a demora em reconhecer sinais de deterioração financeira pode comprometer a capacidade de reação das companhias, reduzindo o acesso ao crédito e as alternativas disponíveis para enfrentar momentos de crise.

    “Quem demora a reconhecer a crise chega à mesa com menos caixa, menos crédito e menos opções. Ler os sinais é muito importante. Gerar caixa é fundamental. É preciso entender dentro da operação e ver o que se consegue melhorar com produtividade”, afirmou.

    O executivo também defendeu a revisão de investimentos não essenciais, a transparência nas negociações com credores e a disciplina na utilização de novos recursos financeiros, especialmente aqueles destinados ao capital de giro.

    “Investimentos não essenciais devem ser adiados. Credor aceita renegociar quando ele acredita no plano. É preciso ter transparência na conversa”, destacou.

    Santos ressaltou ainda que, mesmo em períodos de dificuldades financeiras, podem surgir oportunidades para as empresas que conseguem reorganizar suas operações e preservar sua capacidade de investimento.

    “Quando se vai buscar dinheiro no mercado, é preciso ter muita disciplina. Se for para capital de giro, é preciso usar para isso. Nem tudo na crise é um problema. Às vezes se abrem oportunidades”, afirmou.

    A experiência prática de recuperação empresarial foi apresentada por Kleber Ávila, CEO da Packseven, que compartilhou os desafios enfrentados pela companhia durante a crise sanitária provocada pela Covid-19, período em que a empresa entrou em recuperação judicial.

    Segundo o executivo, a agilidade na tomada de decisões, a organização interna e o apoio de consultorias especializadas contribuíram para a renegociação das dívidas e a reestruturação dos negócios.

    “Na crise sanitária provocada pela Covid-19, nossa empresa entrou em recuperação judicial. O desafio é ser ágil. Tomar decisões rápidas para enfrentar a crise e preservar a empresa e as pessoas. Por sermos uma empresa organizada, isso nos ajudou no redesenho da dívida, com renegociação e suporte de consultorias especializadas. Foi um período em que resolvemos acelerar nosso processo de profissionalização”, relatou.

    Kleber destacou que a experiência levou a companhia a aprimorar seus mecanismos de gestão, com maior atenção às margens de lucro, à diversificação do portfólio, à precificação e ao controle dos custos de frete e matérias-primas.

    “Hoje olhamos, com eficácia, para nossa margem de lucro, diversificação de portfólio, precificação, custos de fretes e matérias-primas. Iniciamos um novo ciclo de crescimento e desenvolvimento dos negócios, com maior controle”, afirmou.

    O debate, mediado por Marcos Nascimento, economista da ABIPLAST, aprofundou a discussão sobre a importância do planejamento financeiro e do acompanhamento permanente dos indicadores de desempenho das empresas.

    Para Cesar Eduardo Dantas, CEO da activas Brasil, a identificação da rentabilidade dos produtos e a redução de custos são medidas essenciais para melhorar a previsibilidade financeira e sustentar as operações.

    “Dentro da companhia, existem vários produtos e mecanismos que a gente consegue enxergar quais são lucrativos ou não. Uma lição de casa que é necessária é a redução de custos, para que possamos ter uma previsão de custo mais acertada. O planejamento e o fluxo alongado são imprescindíveis para a saúde financeira, independentemente do porte da empresa”, destacou.

    Durante o debate, Claudio Santos reforçou que a dificuldade de reconhecer problemas e tomar decisões pode agravar situações de crise, especialmente quando as empresas condicionam sua recuperação a fatores externos que não estão sob seu controle.

    “Muitas vezes, os sinais estão dados e você não toma a decisão. Atrela-se a melhoria a coisas que não estão sob a sua gestão. Isso faz com que muitas vezes se perca um tempo que é fundamental nesse processo”, alertou.

    O especialista também ressaltou que a recuperação financeira exige decisões difíceis e uma avaliação realista sobre a viabilidade das operações.

    “É preciso clareza se o negócio para de pé ou não. Quando você não faz isso, o problema se repete lá na frente”, acrescentou.

    Na mesma linha, Kleber Ávila destacou a importância de acompanhar continuamente os indicadores financeiros e as mudanças do mercado, de modo a antecipar cenários e orientar decisões estratégicas.

    “É preciso ter um planejamento estratégico bem definido para uma recuperação. Isso ajuda a tomar uma decisão mais rápida. Estar de olho nos números e no mercado, que mudam de uma maneira muito rápida. É preciso antever alguns cenários para que se atravesse um momento de dificuldade”, concluiu.

    Escassez de mão de obra pressiona indústria a rever contratações e acelerar modernização

    A dificuldade crescente de atrair profissionais para as operações industriais e a necessidade de modernizar os processos produtivos estiveram no centro da segunda sessão do Fórum, dedicada aos desafios da qualificação da mão de obra na indústria transformadora.

    Priscilla Guazelli, diretora de Recursos Humanos da Astra, alertou que a redução do interesse por atividades operacionais, especialmente aquelas marcadas por tarefas repetitivas, já provoca impactos na rotina das empresas, incluindo a interrupção de turnos por falta de trabalhadores.

    “Com o passar do tempo, cada vez mais, as pessoas deixam de querer trabalhar nas operações de uma indústria. Nunca se viu tantas placas de ‘procuram-se pessoas’. Só muda a empresa. Está sendo muito comum as empresas pararem turnos de trabalho por falta de pessoas para trabalhar nas operações”, afirmou.

    Segundo a executiva, esse cenário evidencia a necessidade de repensar os processos produtivos e ampliar a automação de atividades repetitivas.

    “É difícil falar para uma pessoa que faz um trabalho repetitivo que ela precisa fazer esse tipo de serviço. Isso explica por que está tão difícil encontrar essas pessoas. Muitas vezes elas não querem fazer o trabalho que uma máquina poderia estar fazendo. A indústria precisa se modernizar. Do jeito que está, não dura muito tempo. Vai faltar gente para fazer o trabalho”, alertou.

    A relação entre tecnologia e gestão de pessoas também foi abordada por Rodrigo Fabian Galvez, CEO da BALQ, que destacou que a digitalização industrial exige mais do que a implementação de ferramentas tecnológicas. Para ele, a transformação envolve mudanças culturais, novas formas de comunicação e maior participação das lideranças na gestão dos processos.

    “A digitalização melhora o processo, mas traz dúvidas sobre o seu alcance. A digitalização traz uma mudança cultural na empresa. Muda a comunicação, seus índices de eficiência e a forma como as pessoas se comunicam”, explicou.

    Galvez ressaltou que o envolvimento direto dos empresários é fundamental para que as soluções digitais respondam às necessidades reais dos negócios e contribuam para ganhos de produtividade.

    “É importante que o dono da empresa se aproprie da digitalização, conheça, saiba o que está acontecendo. Saber quais perguntas a ferramenta vai responder para ele”, afirmou.

    O executivo também destacou a importância das lideranças intermediárias, especialmente dos profissionais que conhecem a rotina do chão de fábrica e podem contribuir para aproximar as novas tecnologias das necessidades operacionais. Segundo ele, a transformação digital deve estar acompanhada da valorização das equipes, reconhecendo a experiência e o conhecimento dos trabalhadores envolvidos diretamente nos processos produtivos.

    O debate, mediado por Alessandra Gomes de Oliveira Milani, da Innova, aprofundou os desafios de contratação e retenção de profissionais diante das mudanças nas expectativas dos trabalhadores.

    Neide Moreno, gestora de Recursos Humanos da Termocolor, relatou que as dificuldades de contratação têm levado a empresa a buscar novas formas de atrair profissionais e oferecer oportunidades de desenvolvimento.

    “Estamos com uma dificuldade muito grande na contratação de pessoas e estamos criando novas oportunidades de acordo com o que as pessoas querem. A gente não tinha essa possibilidade de crescimento tão rápido como temos agora. A dificuldade está em conciliar a vida pessoal com a profissional”, destacou.

    Na avaliação de Priscilla Guazelli, as empresas também precisam rever a expectativa de permanência dos trabalhadores. A executiva defendeu que as áreas de Recursos Humanos considerem ciclos profissionais mais curtos e adaptem suas estratégias de gestão a essa nova realidade.

    “Uma coisa que a gente deveria repensar é que contratamos uma pessoa para que ela fique para sempre. A primeira coisa que a área de RH precisa repensar é o tempo que a gente acha que cada pessoa vai ficar. Trabalhar com períodos menores e que as pessoas desempenhem o que é esperado”, afirmou.

    Já Rodrigo Galvez ressaltou que a digitalização pode contribuir para estabelecer objetivos compartilhados, dar maior visibilidade aos indicadores de desempenho e fortalecer a cultura organizacional.

    “A digitalização traz uma meta comunitária, tangível. Que você colocou no seu apontamento e está todo mundo vendo. Isso faz parte da mudança da cultura. Para arrancar bons resultados com a IA, é preciso organizar os dados o quanto antes”, concluiu.

    Inteligência artificial pode transformar a gestão empresarial e liberar profissionais de tarefas repetitivas

    A aplicação da inteligência artificial para melhorar a eficiência das empresas, automatizar processos e aprimorar o atendimento aos clientes foi o tema da terceira sessão do Fórum. Durante a apresentação, Erasmo Fraccalvieri, CEO da consultoria EF Desenvolvimento, destacou que o avanço da tecnologia abre novas possibilidades para a gestão empresarial, inclusive em atividades administrativas que ainda dependem de processos manuais e repetitivos.

    Segundo o especialista, embora a utilização de tecnologias no chão de fábrica já esteja consolidada em diferentes atividades industriais, existe espaço para ampliar a aplicação da inteligência artificial nos escritórios, nas áreas comerciais e no relacionamento com clientes.

    “Tempo é dinheiro. Talvez a IA esteja ressignificando essa frase. Ficou mais claro agora os caminhos para onde a IA pode seguir. Tecnologia no chão de fábrica é indiscutível. Mas e no escritório? E no serviço ao cliente?”, questionou.

    Fraccalvieri ressaltou que a adoção da inteligência artificial deve começar pela identificação de problemas concretos e pela organização das informações disponíveis nas empresas. Para ele, envolver os profissionais que utilizarão as ferramentas é fundamental para desenvolver soluções alinhadas às necessidades reais de cada operação.

    “Eu sempre recomendo para quem ainda não começou que tem tempo. Mas passa pela estruturação dos dados. Ouvir as pessoas que vão se beneficiar disso. Sem conversar com os usuários, eu não movo uma palha”, afirmou.

    O especialista também defendeu a automação de atividades repetitivas como forma de permitir que os trabalhadores concentrem seus esforços em funções que exigem análise, criatividade e tomada de decisões.

    “Procure sempre um problema concreto. É uma tarefa repetitiva? Não precisa de um ser humano para isso. Ser humano foi feito para trabalhar como ser humano”, destacou.

    Geopolítica e falta de integração entre políticas públicas desafiam competitividade do setor

    As transformações no comércio internacional e seus impactos sobre a indústria brasileira de transformação de plásticos foram discutidos na quarta sessão do Fórum, conduzida por Luiz Eduardo Salles, sócio do Azevedo Sette Advogados e especialista em comércio internacional.

    Durante a apresentação, Salles analisou os movimentos das principais economias globais e seus efeitos sobre a cadeia produtiva do plástico. Entre os fatores destacados estiveram as mudanças na política comercial dos Estados Unidos, o fechamento de capacidade produtiva da indústria química europeia e o excesso de capacidade industrial na China, que amplia a pressão competitiva sobre os mercados internacionais.

    “No cenário de hoje, os EUA têm tomado medidas que rompem uma tradição de deixar as coisas rolarem. Na Europa temos o fechamento de capacidade da indústria química. Na China, tem um excesso de capacidade, uma indústria agressiva na transformação plástica. No meio de tudo isso temos o transformador brasileiro, preocupado com tudo isso”, afirmou.

    Segundo o especialista, esse cenário impõe desafios adicionais aos transformadores brasileiros, que precisam lidar simultaneamente com a concorrência externa e com a necessidade de ampliar sua presença em outros mercados.

    “A competitividade da cadeia plástica vai se provar à medida que consiga acessar outros mercados”, destacou.

    Salles também chamou a atenção para a falta de articulação entre diferentes políticas públicas voltadas ao desenvolvimento produtivo brasileiro. Na avaliação do especialista, a ausência de integração entre as estratégias de comércio exterior, política industrial e política comercial dificulta a construção de uma agenda consistente de competitividade.

    “Nossa agenda de competitividade tem silos de política que não conversam entre si. A política de comércio exterior, a política industrial e a política comercial. Elas não estão integradas entre si”, afirmou.

    O especialista ressaltou ainda a importância estratégica da cadeia de transformação plástica para o desenvolvimento econômico brasileiro e a necessidade de assegurar que as políticas públicas estejam alinhadas ao objetivo de fortalecer a produção nacional.

    “Por trás da ideia de uma cadeia de transformação plástica, temos o interesse nacional em se promover essa indústria. Se esse consenso governamental está sendo exercido na prática, é algo que podemos discutir”, acrescentou.

    Competitividade precisa se transformar em prioridade nacional

    No encerramento do 16º Fórum Competitividade, José Ricardo Roriz Coelho, presidente dos Conselhos da ABIPLAST e do SINDIPLAST, reforçou a necessidade de transformar as discussões sobre os desafios da indústria brasileira em medidas concretas, capazes de estimular investimentos, ampliar a produtividade e fortalecer a presença do país no mercado internacional.

    Segundo o executivo, a construção de uma indústria mais competitiva exige esforços conjuntos do setor produtivo, poder público, entidades representativas, universidades e instituições de pesquisa, além de políticas que estimulem a inovação, a qualificação profissional e a redução do Custo Brasil.

    “A provocação que tenho feito é que o Brasil precisa voltar a crescer a uma taxa mínima de 3,5% ao ano. Precisamos ampliar a demanda por transformados plásticos, impulsionar a produção e gerar empregos de maior qualidade. Para que o nosso setor possa contribuir com esse crescimento e realizar novos investimentos, será fundamental ampliar a oferta de matérias-primas, já que a disponibilidade atual não é suficiente para atender às nossas necessidades. Temos o compromisso de ajudar o Brasil a crescer, e a indústria de transformação do plástico tem um papel estratégico nesse processo. A questão é: como podemos ampliar nossa contribuição para o desenvolvimento do país? Esse é um dos nossos grandes desafios”, concluiu.

    Ao final do Fórum, foi realizado o coquetel de premiação Tributo ao Mérito Internacional, em parceria com o programa Think Plastic Brazil, encerrando a programação do encontro.

    O 16º Fórum Competitividade contou com o patrocínio de Grupo Activas, Termocolor, BALQ, Cromaster, Piramidal, Valgroup e Primotécnica, além do apoio de ABIEF, ABIMAQ, ABIPET, ABRAPLA, ADIRPLAST, Instituto Brasileiro do PVC, Rede pela Circularidade do Plástico, SIMPESC, SIMPERJ e Think Plastic Brazil.

    Sobre a ABIPLAST

    A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) representa, desde 1967, o setor de transformados plásticos e de reciclagem no Brasil, atuando para ampliar sua competitividade. A entidade promove novas tecnologias, processos, pesquisas e produtos com foco na sustentabilidade, tendo a economia circular como prioridade estratégica. Atualmente, a ABIPLAST representa um universo de mais de 14,9 mil empresas de transformação e reciclagem de plásticos, que juntas empregam 409,4 mil profissionais em todo o país.

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