01/05/2026
No Dia do Trabalhador, ABIPLAST destaca contribuição social do setor, com inclusão produtiva e presença em toda a economia
No Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio, a indústria de transformação de plásticos no Brasil ressalta a importância das pessoas que sustentam uma das cadeias produtivas mais capilares e estratégicas da economia nacional. “Celebrar o Dia do Trabalhador é reconhecer a dedicação de milhares de profissionais que fazem a indústria do plástico acontecer todos os dias. São essas pessoas que garantem não apenas a produção, mas também a inovação, a competitividade e o avanço sustentável do setor”, afirma José Ricardo Roriz, presidente da ABIPLAST.
Com presença consolidada em todas as regiões do país, a indústria do plástico reúne milhares de empresas e trabalhadores que, diariamente, movimentam a atividade industrial e contribuem para o funcionamento de diversas cadeias produtivas — da saúde à alimentação, da construção civil ao agronegócio. Em 2025, o setor alcançou mais de 410,6 mil empregos diretos, distribuídos em cerca de 14,6 mil empresas, com forte presença de micro e pequenos negócios.
Dados recentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicam que o índice de evolução do emprego industrial atingiu 48 pontos em fevereiro de 2026. Nesse contexto, a cadeia de plásticos mantém sua relevância ao sustentar postos de trabalho e dinamizar diferentes segmentos econômicos.
A cadeia de embalagens concentra ainda 55,9% dos empregos formais do segmento e também exerce impacto social relevante por meio da reciclagem, que gera renda e fortalece a inclusão produtiva de cooperativas e catadores. Esse movimento amplia oportunidades e reforça a contribuição do setor para a economia circular.
Para o presidente da ABIPLAST, o 1º de maio reforça a centralidade das pessoas no desenvolvimento industrial. “A indústria do plástico é feita por pessoas e para pessoas. Valorizar o trabalhador é reconhecer que o crescimento do setor e da economia passa, necessariamente, pelo talento, pela dedicação e pela capacidade de inovação de cada profissional que integra essa cadeia”, destaca.
Ao longo dos últimos anos, o segmento tem demonstrado resiliência, mantendo a geração de empregos e avançando em investimentos voltados à modernização, à inovação e à sustentabilidade. Pesquisa do setor de embalagens encomendada ao FGV IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) aponta que a cadeia produtiva vem ampliando sua participação na geração de empregos formais, refletindo sua relevância crescente no contexto industrial e no atendimento às demandas da sociedade.
Perspectivas para 2026
A indústria do plástico tem mantido sua consistência, sustentando empregos e investimentos. As projeções para 2026 indicam continuidade do crescimento, com expectativa de faturamento de R$ 168 bilhões, e um ciclo robusto de 67,6 bilhões de investimentos até 2030.
“Quando falamos sobre o futuro da indústria, estamos falando também do futuro do trabalho. Investir em inovação e sustentabilidade é, ao mesmo tempo, investir na qualificação dos profissionais e na criação de novas oportunidades”, conclui Roriz.
