REDE DE COOPERAÇÃO PARA O PLÁSTICO ENCERRA O ANO COM MAIS DE 40 MEMBROS

    11/12/2019

    Criada em abril do ano passado por motivação da ABIPLAST, a REDE DE COOPERAÇÃO PARA O PLÁSTICO tinha a expectativa de encerrar 2019 com 22 membros. Hoje, o grupo tem o dobro desse número. São mais de 40 participantes de todos os elos da cadeia estendida do plástico – entre petroquímicas, transformadores de plástico, empresas de varejo, cooperativas, gestores de resíduos, recicladores e indústrias de bens de consumo – envolvidos no desafio de viabilizar a economia circular no setor.

    O Espaço Natura, em Cajamar/SP, recebeu hoje (10) a 15ª e última plenária da REDE no ano. Como anfitriã, a empresa de cosméticos apresentou o Programa Elos, que busca garantir a reciclagem de 50% de suas embalagens até 2020, por meio de influência sobre toda sua cadeia de suprimentos quanto a rastreabilidade, compliance e boas práticas.

    O diretor de planejamento e desenvolvimento da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (AMLURB) de São Paulo, Monty Dahan, também participou da reunião e incentivou os membros da REDE a pensarem além das metas da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), trabalhando realmente a logística reversa, promovendo educação ambiental e concebendo produtos que possam ser melhor reciclados.

    Em relação aos avanços dos eixos de trabalho, a Governança informou que o regimento interno do grupo será deliberado e entregue até janeiro e que o apoio da Alliance to End Plastic Waste (AEPW) e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) foram confirmados para a criação e colaboração de projetos. Igualmente para o início do ano serão as entregas do hotsite da REDE e do plano de comunicação para 2020, segundo a Comunicação, que trabalha ainda na construção de um projeto de Clean Up.

    O Design de Embalagens explicou a formatação do eixo em grupos de trabalho, que terão objetivos com metas mensuráveis. Eles são voltados para 1- criar um índice de reciclabilidade nacional; 2- avaliar guidelines de design; 3- criar normas técnicas para o uso de resinas recicladas (PCR); 4- encontrar o melhor formato de comunicação para o consumidor; e 5- melhorar a reciclagem de embalagens flexíveis para alimentos.

    Logística e Infraestrutura disse ter definido a operação do piloto para apoio a projetos existentes em logística reversa, encaminhado concorrência de pesquisa sobre os melhores modelos no Brasil e realizado reuniões para entender os principais sistemas de cumprimento de logística reversa existentes. Por último, Políticas Públicas trabalha na construção de projetos de educação com parceiros que apresentam melhores resultados e informou que o pleito de desoneração da cadeia de reciclagem, incluído no PL 3592/2019, segue na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal ainda este ano.

    Com encontros bimestrais, a REDE se reunirá pela próxima vez, em plenária, no dia 12 de fevereiro.

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