Rina Quijada, da IHS Chemical, ressalta importância de investir em tecnologia

    29/09/2015

    Diretora Senior de Desenvolvimento de Negócios na América Latina, Rina Quijada falou da conjuntura petroquímica mundial durante o Seminário Competitividade, realizado conjuntamente pela Abiplast e a publicação Plásticos em Revista, no Hotel Meliá Paulista, dia 24/9.

    A especialista disse que a atual crise brasileira pode ser uma oportunidade para o país buscar novos caminhos de desenvolvimento, e enfatizou muito a importância de se investir em tecnologia e inovação. “Desde o ataque às Torres Gêmeas, os Estados Unidos investiram 600 bilhões de dólares na busca de soluções para depender menos do petróleo saudita – e teve sucesso nessa empreitada! Hoje, o excesso de petróleo estocado naquele país chega a ser um problema”, observou.

    Ela acredita que, nos próximos anos, EUA e China darão o tom do mercado, com os norte-americanos liderando os preços do óleo cru , graças ao incremento da produção e a redução das importações.

    Cenário brasileiro


    Walmir Soller, diretor de Polipropileno da Braskem no Brasil, alertou que as empresas brasileiras têm pela frente um período de aperto fiscal e monetário, agravado pelo baixo índice de confiança do consumidor. Mas, a despeito do cenário macroeconômico pouco promissor, ele fez um convite: “Vamos lançar um outro olhar sobre os indicadores”.

    Neste sentido, Soller ressaltou a importância das iniciativas do PICPlast- que, em breve, terá um novo programa, em parceira com o Sebrae, e que desde 2013 desenvolve programas estruturais voltados ao aumento da competividade da indústria nacional do plástico, com foco na melhoria de gestão, no estímulo à inovação, no aprimoramento da mão de obra e no fomento às exportações.

    Soller também elencou diversas possibilidades, tais como: o aumento da competitividade para os exportadores; a redução do custo de mão de obra (convertidos em dólares, os tradicionalmente altos salários brasileiros estão depreciados, agora); o desenvolvimento de novos mercados; e a inovação de produtos (a ociosidade de máquinas permite a realização de testes, de experiências).

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