Soluções em plástico otimizam uso de água no agronegócio

    27/04/2016

    Com desempenho fundamental na economia brasileira, o agronegócio é também um setor responsável por utilizar grandes quantidades de água para seu pleno funcionamento. Estima-se que 72% da água captada no país sejam direcionados à produção agrícola, em linha com a média de 70% de água utilizada com esse fim em todo o mundo, de acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA). Apesar dos índices que podem ser considerados alarmantes em um cenário de escassez hídrica, o segmento conta com soluções capazes de otimizar o uso da água e conter desperdícios, com iniciativas inovadoras e de alta tecnologia do setor de resinas plásticas.

     

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    Uma das soluções mais bem sucedidas nesse sentido é o mulching, filme plástico de polietileno utilizado na agricultura para a cobertura do solo. Consolidado no cultivo de hortaliças e frutas, o produto elimina a necessidade de aplicação de herbicidas e mantém a umidade do terreno, além de promover melhores índices de crescimento do plantio. Nas culturas de cítricos, o filme pode gerar uma economia de água em até 70%, tornando os processos mais eficientes e sustentáveis.

    Outra iniciativa que dá mais eficiência à utilização de água é a irrigação por gotejo, com mangueiras de polietileno, que pode ser aplicada a diversas culturas. Ao permitir a liberação localizada de água, o processo diminui as perdas por evaporação e pode utilizar até metade da água normalmente empregada em outros sistemas de irrigação.

    Obras de recuperação ambiental também podem contar com soluções a partir de resinas plásticas. A geomanta, produzida com filamentos de polipropileno, é um desses produtos. Destinado à restituição de vegetação, o produto pode ser aplicado diretamente em barrancos ou ribanceiras que serão reflorestados, permitindo o confinamento de partículas, com proteção contra corrosão e erosão – problema que é uma das principais causas de assoreamento de rios, lagos e represas.

    Outro item que pode ser empregado em diferentes obras para a preservação ambiental é o geocomposto bentonítico (GCL), que substitui ou reduz a utilização de camadas de argila compactada, geralmente empregadas em base de aterros sanitários e industriais, proteção de áreas contaminadas, cobertura final de aterros sanitários e industriais, revestimento de reservatórios, lagoas e canais ou impermeabilização de diques.

     

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