Presidente da ABIPLAST participa de evento que anunciou extensão do programa “Brasil mais produtivo”

    21/11/2016

    Foto: Helcio Nagamine/Fiesp
    Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

    No dia 11, o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), José Ricardo Roriz Coelho, participou do seminário de lançamento do Programa “Brasil Mais Produtivo”, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP).

    O programa é uma iniciativa do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX-Brasil) e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), com a parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que teve início em abril e selecionou 5 setores prioritários para o projeto: Alimentos e bebidas, metalmecânico, moveleiro, vestuário e calçados. O projeto já conta com 3200 empresas cadastradas. Na ocasião, Roriz questionou o porquê de não expandir a aplicabilidade do Programa para outros setores e, apesar de seu anseio de expansão, segundo o grupo técnico responsável pelo projeto, o método de trabalhar com setores “aglomerados” é fundamental, pois, possibilita mensurar o impacto regional do Programa.

    No evento também foi informado o lançamento de uma extensão do projeto chamado, por enquanto, de “Programa Brasil Mais Produtivo – Eficiência Energética”, onde o setor de transformados plásticos é um dos setores selecionados para participar. No projeto piloto será realizado um investimento de R$ 1 milhão para 48 empresas, distribuído entre os setores prioritários do programa.

    O projeto que teve início no norte e nordeste e agora está em São Paulo, e conta com investimento total de R$ 50 milhões do governo federal, prevê a utilização de técnicas de manufatura enxuta com a eliminação de desperdícios e melhoria contínua. As intervenções são rápidas, de baixo custo, com ganhos expressivos de produtividade, com média de 56%.
    O lançamento contou com a presença do presidente da FIESP e Ciesp, Paulo Skaf e do ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Pereira. Na ocasião, Paulo Skaf ressaltou a falta de competitividade da indústria, um setor tão significante para o país, pois é gerador de empregos mas, por outro lado, representa apenas 12% do PIB e uma carga tributária de 33%.

    Também foram apresentados cases de sucesso. A empresária Juliana Cunha, sócia da Twin Peaks, empresa do ramo de alimentos congelados, de Valinhos, aderiu ao programa e teve um aumento de 169% na produtividade. A empresa de calçados D’Milton da cidade de Franca, conseguiu 39% a mais de rendimento. E a Carhej, de São Bernardo, que atua no setor metalomecânico, obteve O ganho de produtividade de 177%.

    Além disso, os técnicos do Programa Brasil Mais Produtivo, que conta com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), apresentaram a metodologia do programa, o que o programa oferece e os critérios de seleção dos setores.

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